Pensar no SEO é pensar na optimização de um website construindo o referido por forma a que este vá de encontra às pesquisas que os utilizadores façam nos diversoso motores de pesquisa disponíveis na internet. As optimizações normalmente são feitas ao nível do código HTML de uma dado site, e portanto, a eficácia do SEO é proporcional à capacidade de construção de um site optimizando-o para resultados eficazes.
A sua utilização para fins de comerciais (ou mesmo como técnica de Marketing) está relacionada com o facto de um website que normalmente aparece nos lugares cimeiros das pesquisas ser um dos locais mais visitados. Mas, imaginemos que estamos a falar de website de venda de um certo produto, o facto de ser muito visitado não significa necessariamente mais vendas. O que facilmente poderá traduzir é que um website muito visitado (reencaminho por excelente optimização) poderá ser rentabilizado por publicidade colocada nele. Porque a causa-efeito irá ser imediata. Mais visitas, logo, potenciais candidatos para o produto do site ou para outros produtos, logo publicidade para outros produtos. Isto será uma vantagem.
Mas também temos o reverso da medalha, pois se determinado website tiver um produto/serviço para promover/vender e se os seus clientes forem principalmente reencaminhados pelas pesquisas, se os algoritmos que estão por trás do resultados da SEO forem alterados, vai levar a que os resultados das pesquisas sejam alterados e portanto os possíveis clientes deixarão de aceder via pesquisa a determinado site.
Dentro da técnicas de optimização dos sites, há neste momento duas fações de SEO. Os White Hat e os Black Hat. Pensemos que os algoritmos que levam aos resultados das pesquisas estão guardados a 7 chaves. Por exemplo, o Google que é uma motores de pesquisa mais utlizados no mundo tem um complicadíssimo algoritmo para apresentar os seus resultados. Ora, com o aparecimento das técnicas de optimização, os grupos "White Hat" utilizam técnicas legais e a influência sobre os resultados partem do conhecimento geral sobre os mecanismo de funcionamento dos pesquisadores. Já os grupo "Black Hat" recorrem a técnicas de SpamIndexing (a palavra spam=lixo) para construírem e falsear os resultados que vão ser gerados pelos algoritmos de pesquisa. O chamado "lado negro" da SEO.
Obviamente as técnicas de SEO são óptimas para angariar clientes/visitantes para o nosso site, e certamente são um ponto importantíssimo a ser estudado na criação do site. Porque nos referimos a um conjunto de técnicas que facilitam a indexação do nosso site pelo google e outros motores de busca. Mas acrescentemos que hoje em dia há outras técnicas que partiram da SEO e são usadas para aumentar o volume de tráfego de um site. Por exemplo a SMO - Social Media Optimization. Hoje em dias as redes sociais como Facebook, Hi5, MySpace proliferam e crescer nas internet. Na internet que designamos por Web 2.0. Se conseguirmos que o nosso site (o que pretendemos que tenha um aumento de visitas) esteja fortemente relacionado com as mais importantes redes sociais, vamos chegar a milhares de utilizadores não pela simples forma de pesquisas obtidas por algoritmos complexos, mas através de uma extensa rede de pessoas que estão ligadas interesse por diversos interesses comuns. Em suma, conseguimos criar infraestruturas para ligar e entrelaçar o nosso site com outros sites e comunidades online.
A ligação da técnica SEO com a comunicação é simples de perceber. Pensemos num guião simples de chegar a nossa mensagem ao receptor:
1. chamar a atenção de possíveis clientes;
2. educar o cliente, deixando que eles decidam se o produto é ou não bom;
3. atingir o consenso com o cliente;
Logo no primeiro passo, as diferentes formas de SEO são vitais todo o processo. Os passos seguintes só poderão ocorrer após uma versátil comunicação com possíveis clientes.
a) Title Tag de um determinado site sem info relevante, ex: cliquem aqui; Mesmo sendo um site de comunicação social o facto de aparecer "Untitled document" é simplesmente...ridículo!
b) URL's extensos e com excessivos "?" e "id" e "&", exemplo pouco prático aqui;
c) A utilização de sub-domínios sem consistência: aeiou.economia.expresso.pt clix.economia.expresso.pt economia.expresso.clix.pt
d) A divisão de notícias ou textos em diversas páginas, por exemplo aqui, leva a que as páginas seguintes não sejam indexadas logo não aparecem nos algoritmo utilizados pelos SEO.

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